ESCURIDÃO DO INFINITO
obs: ler a historia do vampiro ouvindo a musica ao mesmo tempo faz você viajar na historia, como se você estivesse lá envolvido em tudo: o áudio do play é opcional “A escuridão se assemelha ao mais profundo breu do infinito, sem estrelas, sem brilho, sem alma.” Abre os olhos e depara-se com aqueles olhinhos azuis olhando diretamente para os seus, ele segura o bebê por baixo dos bracinhos o deixando sentado em seu colo. A sensação que experimenta é a mais inexorável paz, daquela que é impossível sentir não estando completamente sozinho, envolto em si sem a mais ínfima das interferências exteriores. Mas olha só. Sente a mesma coisa estando com seu filho no colo. Uma conexão nunca possível sem a solidão, e mesmo assim ele está ali, em dois, como se fossem apenas um. Não consegue parar de sorrir, olha para aquele rostinho redondo como um pedaço inteiro de queijo de fazenda e faz caretas tentando absorver qualquer resquício de sorriso que possa sair daqueles lábios rechonchudos e perfeitos ...